Por que razão a reconciliação no buy-side está num ponto de inflexão
Uma década de crescimento multiativos, ciclos de liquidação comprimidos e crescentes expectativas regulatórias estão a expor os limites dos modelos de reconciliação tradicionais baseados em lotes. Para muitas empresas do buy-side, o resultado é um modelo operacional fragmentado e reativo — um modelo que gera custos sem melhorar o controlo.
Para compreender como os líderes de operações estão a responder, a Smartstream organizou uma mesa-redonda do setor com gestores de ativos e empresas de investimento. As conclusões revelam um padrão claro: a consciência do risco é elevada, mas o fosso entre essa consciência e a prontidão operacional continua a ser significativo.
Cinco realidades que moldam a reconciliação no buy-side atualmente
A mesa-redonda evidenciou cinco realidades estruturais que estão a redefinir a forma como as empresas do buy-side pensam sobre a reconciliação, a integridade dos dados e a confiança operacional. Desde o impacto da liquidação T+1 no controlo intradiário até à crescente complexidade da supervisão de terceiros, as conclusões descrevem onde os modelos atuais estão sob pressão — e onde as empresas líderes estão a começar a responder.
O relatório sintetiza as informações da sondagem e o debate da mesa-redonda num quadro prático, abrangendo o risco de dados, os prazos de liquidação, as prioridades de automatização e a mudança para a reconciliação como uma camada de controlo estratégico, em vez de um ponto de verificação de fim de dia.
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